MINISTÉRIO DO TURISMO, ASTRA E FINAMAX APRESENTAM

I PAGLIACCI

ópera em 2 atos de Ruggero Leoncavallo

SINOPSE

Ambientada na Calabria, região do sul da Itália, a obra mostra a chegada de um conhecido grupo de teatro a um vilarejo. Enquanto a população aguarda para assistir as apresentações da trupe, o clima entre os integrantes do elenco é de romance, dramas e traição.

 

Prólogo

Tonio anuncia:

Senhoras e senhores! Na peça que estão prestes a assistir, o autor quer capturar as velhas tradições e mostrá-las novamente. Mas ele não pretende contar-lhes o que estão sempre acostumados a dizer. Não! Este autor quer mostrar-lhes um verdadeiro pedaço de vida. A verdade foi sua inspiração.

 

Ato I

Os aldeões se alegram ao receber o grupo de atores de volta à cidade, especialmente pela presença do amigo Pagliaccio, Canio, que lhes promete uma apresentação para aquela noite.

Canio e Peppe são convidados para confraternizar com os aldeões, porém Tonio e Nedda, esposa de Canio, ficam para trás.

Nedda canta sua solidão e deseja uma vida diferente. Tonio se declara para Nedda, mas assustada ela reage com agressividade. Tonio jura vingar-se. 

Mais tarde, na mesma noite, quem aparece é Silvio, que suplica para que Nedda deixe sua vida infeliz e fuja com ele ainda naquela noite. Mesmo insegura, ela corresponde aos sentimentos. Os amantes não contavam com um único fato: não estavam sozinhos.

Tonio e Canio retornam e a partir daí uma perseguição em busca de vingança se inicia.

Canio, confuso e exausto, entra no teatro chorando, enquanto a cortina desce lentamente.

Ato II

É chegada a hora do espetáculo! Todos os atores a postos em seus devidos papéis. A arte imita a vida em uma apresentação com enredo semelhante ao que está acontecendo na vida pessoal do grupo. 

Enquanto o confronto da peça acontece, Canio começa a sair do seu papel e inicia-se um confronto na vida real, confundindo os espectadores. Tudo se encaminha para um fim, aplaudido pelo público. 

ELENCO

Thayana Roverso

Nedda

Alan Faria 

Canio

Rodolfo Giugliani 

Tonio

Vinícius Atique 

Silvio

Aníbal Mancini

Peppe

Orquestra Sinfônica de Santo André

Em atividade há mais de 30 anos, a Orquestra Sinfônica de Santo André é, hoje, uma das mais respeitadas orquestras sinfônicas do estado de São Paulo, graças a sua programação sólida e projetos artísticos diferenciados. Desde março de 2014 é dirigida pelo maestro Abel Rocha, que com sua experiência, trouxe uma imensa colaboração na programação artística.

A OSSA tem a característica de ser o único agrupamento sinfônico do Grande ABC com atividades ininterruptas desde sua fundação e prima por realizar uma série diversificada de espetáculos e ações musicais.

Madrigal Vivace de Jundiaí

O coral desenvolve um repertório variado dentro dos estilos erudito e popular. Tem em seu repertório obras como Gloria de Vivaldi, Requiem de Mozart e Carmina Burana de Carl Orff. Foi premiado no Mapa Cultural Paulista e gravou o CD Brasil Vivace. Desde a sua formação, em 1999, recebe apoio do Centro de Educação Musical “Lúcia Olga Chaves” e tem a direção artística e regência da maestrina Vastí Atique. Atualmente conta com a participação de Silvania Abrusio (preparação vocal), David Pinheiro e Mirna Carvalho (monitores assistentes). Tem o apoio cultural da empresa Astra, onde realiza seus ensaios.

Abel Rocha (Regência e direção musical)

Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Santo André desde 2014, Abel Rocha é especialista em ópera. Sua posição de destaque no cenário brasileiro se deve também a uma atuação versátil e diversificada. Nas temporadas de 2011 e 2012, enquanto Diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal, recebeu diversos prêmios da crítica especializada pela intensa e inovadora programação lírica da casa. Entre 2004 e 2009, teve atuação marcante como diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Doutor em Música, desenvolve uma forte atividade na formação de novos regentes. Atualmente é professor de regência e ópera da Unesp; professor de Regência da FCG, em Belém, e diretor da oficina de Música de Curitiba.

Vastí Atique (Regência)

Mestre em Música (regência) pela UNICAMP e Bacharel em Música (piano) pela FIAMFAAM. Estudou regência e técnicas instrumentais com os maestros Naomi Munakata, Abel Rocha e Eduardo Ostergren, além de participar de cursos no exterior. Obteve a menção honrosa de “Melhor Regente” no Mapa Cultural Paulista. É regente e diretora musical dos corais Madrigal Vivace de Jundiaí, Astra, Canarinhos da Terra – Unicamp e Canarinhos da Terra Núcleo Jundiaí, e Coral Municipal de Jundiaí.

André di Peroli (Direção de cena)

Formado em Artes Cênicas e Artes Plásticas e Pós-graduado em Teatro. Especialista em Teatro pela FAINC -Santo André. Formado em Danças Étnicas e Reeducação do Movimento, Dramaturgia de Memória e Especialista em Teatro de Objetos e Formas Animadas.

Em sua carreira de óperas, iniciou em O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de São Paulo, onde atuou em outras seis óperas. De 2015 a 2017, integrou o elenco estável do Theatro São Pedro como Diretor Cênico Assistente, Ator, Diretor de Palco e Diretor Cênico. Foi premiado como Melhor Cenógrafo no Festival Amazonense de Teatro em 2015.

Como diretor de Cena, assinou aclamadas produções, sendo Onde vivem os Monstros (SP 2016 e Manaus 2017) a mais recente. Como diretor de palco, trabalhou nas montagens de diferentes peças desde 2015. Em 2020 dirigiu o palco do ballet Aparições & Raymonda no Theatro São Pedro – SP, e ministrou o curso Direção de Palco & Contrarregragem, no Festival de Ópera do Theatro da Paz (Belém). No último ano trabalhou como diretor cênico assistente no Festival Amazonense de Ópera (virtual) na ópera Moto - contínuo e na edição 2022 do Festival Amazonas de Ópera como diretor de palco de três óperas e dois concertos.

Paulo Esper (Diretor da CIA Paulista de Ópera)

Cantor lírico, ao longo de sua carreira Paulo Esper já participou de montagens no Teatro Arthur Azevedo e de diversas Vesperais Líricas organizadas pelo Theatro Municipal de São Paulo. Na década de 80, participou de recitais em Buenos Aires e em Barcelona. Foi aluno de Gino Bechi, Alfredo Kraus e Juan Oncina, tendo participado de máster classes e encontros com Luciano Pavarotti, José Carreras, Plácido Domingo e Montserrat Caballé.

Em 1991, criou a Cia Ópera São Paulo na qual realizou óperas encenadas, recitais, concertos e palestras, somando a realização de mais de 1.500 espetáculos em todo o país.

Paulo Esper é criador do Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas e também atua como consultor artístico na área da música clássica do Instituto Italiano di Cultura de São Paulo, desde 2001. Foi diretor de cultura de Jacareí e diretor geral e artístico adjunto do Theatro São Pedro, em São Paulo. Desde 2002 é jurado de importantes concursos internacionais de canto em vários países, ao lado dos mais renomados diretores de teatro e cantores líricos.

Thayana Roverso (Soprano)

Iniciou seus estudos de canto aos 17 anos com o Benito Maresca, em São Paulo, e formou-se em música e canto aos 23 anos. Recentemente obteve o grau de mestre em performance pelo Conservatório Francesco Venezze em Rovigo, Itália. Thayana já cantou sob a regência de alguns dos melhores maestros do país, dentre eles, Cláudio Cruz, Luiz Otávio Santos, Roberto Minczuk, Abel Rocha e Luis Gustavo Petri.

Interpretou os papéis de Juliette, em Romeo et Juliette, Morgana, em “Alcina”, de Händel, Rosalinde, em “Die Fledermaus”, de Strauss, Musetta, entre muitos outros. Participou também da produção de La Traviata de Verdi, na cidade de Rovereto, na Itália, Aman na Jordânia e no Theatro Municipal de São Paulo.

Alan Faria (Tenor Spinto)

Iniciou seus estudos musicais no ano de 2002, em São Paulo, com a renomada musicista Helly Caran. Desde então, tem aprimorado seus conhecimentos com grandes nomes da música internacional, como Sonia Franzese, Gino Quilico e Francisco Araiza.

Especializou-se em canto erudito na Accademia Della Voce del Piemonte, na Itália, tendo como um dos professores o premiado tenor Francisco Araiza, com quem continua sendo orientado até os dias atuais.

Apresentou-se no Brasil e em outros países da Europa e América. Entre os papéis que fazem parte de sua experiência estão Florestan, em Fidelio (Beethoven); Rodolfo, La Boheme (Puccini); Turiddu, Cavalleria Rusticana (Mascagni); Romeu, Romeo et Juliette (Gounod); Canio, I Pagliacci (Leoncavallo), e muitos outros. Também atuou como solista em oratórios como Rossini, Stabat Mater; Requiem, Verdi; Bach, Magnificat etc.

Rodolfo Giugliani (Barítono)

Consagrado pelo público e pela crítica especializada por suas intensas interpretações de Nabucco, Rigoletto e Giorgio Germont, em teatros de ópera dentro e fora do Brasil, Rodolfo Giugliani é um dos raros barítonos autenticamente verdianos surgidos nos últimos anos.

Foi aluno do renomado tenor Benito Maresca e aperfeiçoou seus estudos musicais com o maestro Mário Valério Zaccaro. Estreou na cena lírica no ano de 2000, em Florianópolis, após vencer o Concurso de Canto Aldo Baldin. Também foi o primeiro colocado em outros concursos nacionais e internacionais.

Rodolfo Giugliani destacou-se em apresentações realizadas em Barcelona, Santiago, Montevidéu e Roma. Sua voz mostrou adequada aos personagens das óperas da Giovane Scuola Italiana, de Puccini, além de ter encarnado no palco Scarpia (Tosca), Sharpless (Madama Butterfly), Gianni Schicchi, e mais recentemente Michele (Il Tabarro).

Vinícius Atique (Barítono)

O barítono brasileiro vem se apresentando como solista em todo o Brasil, tendo cantado, dentre outros papéis, Don Giovanni, Marcello em La Bohème, Sharpless em Madama Butterfly, Escamillo em Carmen e Fìgaro em Il Barbiere di Siviglia.

Interpretou os “Des Knaben Wunderhorn” e os “Kindertotenlieder” de G. Mahler, e Carmina Burana de Orff com a Amazonas Philarmônica, dentre outras obras sinfônicas.

Debutou em 2011 no Theatro Municipal de São Paulo, em L’enfant et les sortilèges de Maurice Ravel, interpretando o Relógio de Pêndulo e o Gato, sucesso de público e considerado pela crítica como o melhor espetáculo do ano. Desde então, a cada temporada, tem ganhado expressivo destaque em apresentações realizadas nos principais teatros do Brasil (Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro e Sala São Paulo), ao lado de importantes orquestras.

Desde 2020, faz parte do duo Fábio Zanon e Vinícius Atique, com repertório erudito para voz e violão.

Atualmente aluno da mítica mezzo-soprano norte americana Dolora Zajick, foi agraciado com bolsa de estudos pela USP para estudar na Université de Montréal com o barítono Mark Pedrotti. Estudou também com Carmo Barbosa.

Aníbal Mancini (Tenor)

Tenor lírico ligeiro, conhecido pela agilidade de suas coloraturas, beleza de timbre, rico fraseado e interpretações precisas, Aníbal Mancini apresentou-se recentemente no Theatro Municipal de São Paulo nas óperas A Viúva Alegre (Camille de Roussillon) e O Barbeiro de Sevilha (Conde Almaviva).

Outras participações incluem O Messias de Handel, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e, no Palácio das Artes de Belo Horizonte, Concerto de gala Rossini, As Bodas no Monastério de Prokofiev (Antonio), La Donna Del Lago de Rossini (Uberto) e Gianni Schicchi (Rinuccio) de G. Puccini.

Aníbal foi um dos vencedores do Concurso Maria Callas nos anos de 2013 e 2014. Nomeado Revelação Lírica pelo Blog Ópera e Ballet. Em 2019 foi indicado ao prêmio da revista Concerto na categoria jovem talento. Estudou canto na Unirio com Mirna Rubim e Carol McDavit.

FICHA TÉCNICA

Direção musical e regência: Abel Rocha

Direção de cena: André di Peroli

 

Coral Madrigal Vivace de Jundiaí

Diretora Artística e Regente: Vastí Atique

Pianista correpetidor: Michele Massaro

Preparadora Vocal: Silvania Abrusio

Monitores de Naipes: David Pinheiro e Mirna Carvalho

 

Sopranos 1

Adriana Maria Contesini

Cassia Lourenzon

Eliana Keiko Yamamoto

Fernanda Pinheiro

Francini Matsumoto

Isabelle Dumalakas*

Jacqueline Clara Pires

Jane Abreu

Natália da Silva Rodrigues

Silvania Abrusio

Sofia Prado

Soprano 2

Ana Lúcia Gaudio

Carolina Suhr Barbosa

Helena Montanha*

Lucia Assis

Marcia Aparecida de Cássia Ribeiro

Marcia Storarri

Miriam Reis

Mirna Carvalho

Priscila Cezar Olinto

Sandra Araujo

Teresa Schledorn de Camargo

Tenor 1

Antônio Stopiglia

Clayton Pulzi*

Luiz Fernando Bandini

Tareek Ali Chahin*

Wladimir Ferraz de Toledo

Tenor 2

Marcelo Ignácio

Marcio Urban

Serginho Mariano

Baixo 1

Alex Ribeiro

David Pinheiro

Weslei Macedo

Baixo 2

Helio Brayner Filho 

Leandro Oliveira

Tom Momesso

*Convidados

 

Orquestra Sinfônica de Santo André

Regente: Abel Rocha

Primeiros Violinos: Laércio Diniz, Eder Granjeiro, Ana Paula Eloi, André Viana, Danilo Alves, Eduardo Oliveira, Fábio Silva, Fellipe Santarelli, Iury Santos, João Pedro Ferraz

Segundos Violinos: Anderson Dubiniack, Adriana Maresca, Dorotheia Gruber, Jonathas Fernandes, Fernanda Garcia, Noemi Burba, Sérgio Senda, Wellington Oliveira

Violas: Antonio Carlos Pereira, Alexandre Argentin, Diego Paz, Rose Souza do Nascimento, Jessé Palin, Otávio Monteiro 

Violoncelos: Denise Ferrari, Danilo de Souza, Franklin Martins, Mariana Estanislau, Paulo Cardoso, Wellington Ramos

Contrabaixos: Alex Dias, Fernando Tosta

Harpa: Talita Martins

Flautas: Mônica Camargo, Amanda Bomfim, Danilo Lopes,

Oboés: Gizele Sales, Karina Ando

Clarinetes: Otinilo Pacheco, Samuel Derewlany, Isabel Latorre

Fagotes: Ronaldo Pacheco, Erick Ariga

Trompas: Mário Rocha, Gerdson Monteiro

Trompetes: Wagner Felix, Adenilson Telles, Fabio Korsakov

Trombones: Luiz Cruz

Tímpanos: Marco Monteiro

Percussão: Saulo Camargo

 

Diretor Artístico e Regente Titular: Maestro Abel Rocha

Encarregada/Produção: Lucinéia Gomes Barbosa

Administração/Produção: Eliana Lux

Inspetor/Produção/Coordenador Técnico: Wilson Vieira

Musicoteca: Victor Queiroz

Montagem: Donizetti Souza, Ricardo Geraldo

Designer/Social Media: Raquel Florence

 

Redução Orquestral por Tony Burke ©️ Pocket Publications

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